sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Jerusalém

Jerusalém Carioca porque destrói teus profetas?
Porque tantos caem, no fascínio, no engano,
E se rendem às vontades carnais, que ,
Te chamam, como um buraco negro, que,
Te suga, como um abismo chamando outro abismo?
Não sabes tu que uma carne é pútrida, e o tempo,
Ah o tempo, tão precioso que achas que ganha mas perdes,
E deveras tem que continuar
alimentando a carne que nunca se sacia?
Um abismo chamando outro abismo,
Sempre dando sua jóias aos porcos Jerusalém Carioca,
Como na cidade Utopia de Moore, teu ouro não
vale mais nada?

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