sábado, 3 de novembro de 2018

Recordações do Escrivão Isaías Caminha - Lima Barreto

Sabe aquele livro que você fica triste depois de ler? Triste porque acabou, triste porque  você queria mais história...porque você se apegou aos personagens e seus temperamentos, porque realmente parecem pessoas do seu cotidiano, Loberant, Losque, Floc, Lemos, Aires D'avila, o Isaías etc.
Particularmente gosto muito do Lima Barreto, tenho grande afinidade com o autor,  que assim como eu, morou na Ilha do Governador, no Galeão, e cita essas terras em vários livros inclusive neste. Como morador do subúrbio e descrevendo as desigualdades sociais e preconceitos o soube muito bem fazer. Assim, quando leio qualquer obra de Lima Barreto, parece que as coisas não mudaram,  foi escrito no início do século XX mas parece que nada mudou.  A imprensa suja que lucra em cima de mentiras, boatos e muito sangue. .. parece mesmo que o autor está falando da sociedade de hoje, a descrevendo.  Ah, o livro em si, fala sobre como Isaías caminha conseguiu,  vindo do interior, fazer sua vida na Capital do Brasil, então Rio de Janeiro. Conseguiu a custo de muito sofrimento, muita subordinação, enfrentou na pele o preconceito racial, a intolerância policial; chegou ao desespero, com seus proventos chegando ao fim, conseguiu um emprego de continuo no jornal do doutor Loberant,  jornal o Globo, lá, pode perceber através dos jornalistas, tudo que o ser humano é capaz de fazer pra subir na vida, tudo que um jornal pode inventar para ter adeptos e toda a força do quarto poder para derrubar e erguer pessoas. Leiam, esse livro é maravilhoso!

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Diferença entre história e História.

                     A História tem uma linguagem cientifica, assim como a biologia, a matemática, a administração. E também é uma arte, bem como essas anteriores. História para Marc Bloch é o estudo do homem no tempo. Além de ser o estudo do homem no tempo, este estudo deve trazer um significado, uma relação com o presente. Se esta história não fizer significado para quem a vê, ela vira só uma narrativa, tornando-a bem chata. Para que uma pessoa vai estudar a narrativa da Guerra do Paraguai ou da I e II Guerra, se isto não tiver atrelado ao seu presente, à sua realidade. 
                    A Biologia estuda os seres vivos. A Pedagogia estuda o processo de ensino-aprendizagem. A Contabilidade estuda o patrimônio. Curiosamente a  História estuda a história. Ou seja História não é conto de fada, mito, nem historinha, ela é científica, produção acadêmica que tem por objeto de estudo A história. Mas como esta história não pode ser resgatada na sua totalidade, o historiador faz recortes do que ocorreu, criando assim  a memória daquilo que foi vivido. Criando o tempo histórico, o tempo histórico é diferente do  tempo cronológico. O primeiro é feito pelos recortes de tempos e períodos, e por teorias difundidas e aceitas pelos historiadores em determinado período do tempo cronológico da história. (Muitas vezes quando lembramos da nossa história escolar, lembramos de decorar datas, grandes nomes, heróis,cronologia, Europa). O tempo cronológico, do cronos, é aquele que está passando (como disse Cazuza este não para).  É o tempo do relógio, dos minutos, dos segundos, dos centésimos. 
                     Fazendo uma metáfora entre esses dois tempos sobre seu aniversário: No tempo histórico seu aniversário, pode ter várias interpretações, da sua mãe, do seu pai, sua própria. Estaria atrelada à memória que é muito parecida com História.Viraria uma narrativa, pode virar um livro, e futuramente História científica(se alguém futuramente achar que você foi importante no seu tempo e deve ser lembrado). Já no tempo cronológico, seu aniversário já passou, foi num determinado dia, determinada hora, durou tanto tempo. Agora será que ele pode ser recuperado e descrito assim como aconteceu (no tempo cronológico). Ou não existe a história? Existe apenas memória, e recortes temporais? Só a título de curiosidade, alguns historiadores vêem como pai da História (se é que ela tem um pai) o grego Heródoto. 

América Latina - um "continente" esquecido?

América Latina - um "continente" esquecido?


Comentário sobre o Livro:
REID, Michael.  Cap.1 “O CONTINENTE ESQUECIDO” In: O Continente esquecido: A batalha pela Alma Latino-americana. Rio de Janeiro. Ed: Elsevier, 2008.
 

O autor tenta mostrar porque a América Latina é um continente esquecido politica e economicamente falando. Quando se fala de América Latina, o mundo lembra logo de sua cultura, da música brasileira, do tango argentino, da herança deixada pelos maias, incas e astecas. A América Latina não é tão pobre para que se lembrem dela querendo ajudar financeiramente, não é perigosa para que o mundo se volte estrategicamente contra ela e não vive um crescimento econômico rápido. Logo, é culturalmente que nosso “continente” se faz sentir no mundo.

              A América Latina junto com Europa e América do Norte, “forma o terceiro maior grupo de democracias do mundo”. (p.4) Mesmo possuindo uma democracia, não abrigando mais ditaduras, nosso continente possui a maior desigualdade em distribuição de renda, “tem a distribuição de renda mais desigual do mundo”.  No inicio do século 21 cerca de 205 milhões de pessoas da América Latina se encontravam a baixo da linha nacional de pobreza de seus países. 

                O trabalho apresentado por Reid consiste em mostrar como a América Latina tem tentado desenvolver um capitalismo democrático. A América Latina seria um laboratório de testes da democracia. Os esforços dos países são de ter sistemas políticos eficientes e equitativos juntamente com crescimento econômico e desenvolvimento. Reid escreve esse livro com toda propriedade, pois percorreu diversos países da América Latina, morou no Brasil, no Peru, viveu durante muito tempo na região, cobriu a América latina como repórter pela BBC, o Guardian, e The Economist.

                Da esperança à decepção

O autor mostra que em 1994 exceto cuba e México eram países democráticos na América latina, os países estavam vivendo uma “onda democrática” desde 1978, pois aboliram ditaduras “sangrentas e nefastas”  adotaram um política de livre comércio, o que o autor denomina Consenso de Washington ou “Neoliberalismo”.  A adoção dessas politicas, contra a politica de proteção do Estado gerou muito otimismo.  O autor fala que tão depressa como o capital tinha chegado ele podia ir embora. A principio essas medidas trouxeram um crescimento econômico, porém, foram acompanhadas por crises, o que o autor chama de meia década perdida, as reformas de livre mercado caíram em descrédito, juntamente com as privatizações, que eram associadas a corrupção. O consenso de Washington foi acusado pela crise econômica da Argentina, essa acusação é errônea, pois o Chile conseguiu atingir um estagio democrático segundo os termos da ciência política, a Argentina quebrou por motivos de erro dos seus governantes, os quais põem a culpa no neoliberalismo.  A América Latina segundo  o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas não desenvolveu uma democracia de cidadãos.

                Para Reid o problema não é o consenso de Washington, a pobreza, as desigualdades não foram criadas por ele. O problema não são as reformas econômicas, mas aquilo que não foi reformado, as instituições e o Estado. Os problemas já existiam antes do consenso. O autor reconhece e argumenta que “democracias de massa genuínas e duráveis surgiram em boa parte da região”, o autor argumenta que em alguns dos países da região a democracia pode ser revertida, mas em boa parte está prestes a ser consolidada, e isso é um processo recente. Entre progresso e tentação populista, durante muito tempo o populismo impediu que a democracia se estabelecesse na região. Por populismo o autor entende como um tipo de  politica em que o líder carismático se passa por salvador, como um herói, na qual é embaçada a imagem de governo, líder, partido e Estado, nessa politica o executivo se sobrepõem aos demais poderes. Em segundo lugar o líder populista distribui renda ou riqueza de maneira insustentável, são exemplos de lideres populistas, Getúlio Vargas, Perón, José Maria Velasco. O populismo ainda persiste em alguns países da região, segundo o autor, a população pobre se identifica com o líder populista por este se considerar um deles, geralmente há uma identificação étnica(é o caso de Evo Morales).

Uma e muitas Américas Latinas  

Neste subtópico  o autor mostra que há uma grande diferença entre os países da América Latina ele faz uma análise breve de “algumas das diferenças na cultura, na história e no panorama dos países que constituem a região.”.  Primeiramente o autor fala sobre o Brasil, um país que foi marcado pela escravidão, e segundo o autor o racismo no Brasil é sutil diferentemente de outros países da região. No Brasil racismo nunca foi sinônimo de segregação racial. Em fim, o autor descreve um pouco da história dos países que ele acha que constitui a “América Latina”, define esse termo, e fala o percurso histórico desses países, o momento da ditadura, mostra também a situação econômica ao longo dos anos, principalmente durante o período de ditadura. No final do capítulo o autor debate sobre a ideia dos brasileiros serem ocidentais ou não, por possuir uma grande diferença dos outros países ocidentais,  os latinos americanos se veem como parte do mundo ocidental, mas o mundo “ocidental” vê como um lugar diferente, um “Extremo Ocidente”.

Acredito que não exista “América Latina”, prefiro ficar com a denominação América do Sul, América do norte, etc..., América Latina a meu ver é um termo de diferenciação racial, o próprio autor fala que existe uma América Latina dentro dos Estados Unidos.
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O dia é hoje, o momento é agora!

O dia é hoje, o momento é agora!
Quando você pensa que o ser humano, aqui nesse plano vive somente cento e poucos anos, e vê que o tempo está passando rápido demais, quando você vê tem quinze, com mais cinco tem vinte, mais vinte e já está com quarenta...você percebe que o dia é hoje e o momento é agora, agora o momento de tomar decisões certas, agora o momento de viver e ser feliz... Agora o momento de pensar em ter paz e equilibrio em todas as àreas da vida, no físico, na alimentação, e o principal de todos ao meu ver...espiritualmente, você está bem com Deus? A oração do pai nosso me mostra uma urgencia no hoje, no buscar a Deus com todas aa forças agora... pai nosso que estás no céu (agora), vem a nós o teu reino (hoje) seja feita a tua vontade (agora), assim na terra quanto no céu... o pão nosso (de cada dia) nos dai HOJE, perdoai nossas ofenças(ou dívidas) assim como perdoamos (agora) quem nos tem ofendido (ou nossos devedores). Não nos deixe cair em tentação, mas livrai-nos do mal (todos os dias), Pois teu é o reino, o poder e a gloria, pelos séculos dos séculos (hoje e sempre!) Posterimemte no mesmo capítulo no qual ensina essa oração modelar, Jesus diz que não devemos ficar ansiosos, pelo que vestiremos, pelo que comeremos ou a respeito de coisa nenhuma, pois basta a cada dia o seu mal, desta forma, Ele diz para buscarmos primeiro o reino de Deus e as demais coisas seriam acrescentadas...por isso digo, o dia é hoje e o momento é agora, agora devemos buscar a Deus e fazer sua vontade, conhecê-lo e ter comunhã com Ele e com sua igreja... e assim mudar nossos atos e ter a mente de Cristo, deste modo começamos a mudar e Deus transforma a nossa vida em todas as áreas. O momento de buscar a Deus é hoje, agora. Ore como seu discipulo Pedro orou (segundo Spurgeon) a oração mais curta e eficaz que ele e nós podemos fazer: Senhor, socorre-me! Essa oração denota dependencia e reconhecimento do poder de Jesus Cristo no agora!! Senhor, socorre-nos!

Uma breve história do Cristianismo - Geoffrey Blainey

Uma breve história do Cristianismo - Geoffrey Blainey
Impressões sobre a leitura do livro.
São 335 páginas dispostas em 31 capítulos. É dividido por duas partes, uma que vai do nascimento de Jesus, características de sua terra e do judaísmo na sua época, até a época das cruzadas e das ordens mendicantes. A segunda parte vai dos pré reformadores até os desafios enfrentados pela religião no século XX, passando por temas como surgimento do metodismo, crescimento do ateísmo, colonialismo e as duas Grande Guerras Mundiais.
Sem "spoiler" do livro, podemos dizer que ele vai mostrar a difusão do cristianismo após a crucificação de Jesus, evidencias de sua existência e posterior perseguição dos cristãos. O livro mostra como de deu a absorvição pelo Império Romano e pelo povo do ocidente, principalmente devido ao auxílio aos doentes em períodos de epidemias.
A partir daí são mostradas as principais transformações do cristianismo ao longo da história e suas dificuldades tanto internas quanto externas.
Foram batalhas, teológicas, políticas, conquistas e derrotas em torno da fé cristã. O livro mostra as diferenças entre a igreja do ocidente e do oriente, principais concilios e o grande cisma da igreja. Na época da Reforma e Contra Reforma (Reforma Católica) é mostrado como esse evento se tornou o germe do nosso pensamento moderno e da nossa democracia. Um ponto positivo do livro é que ele consegue em poucas páginas mostrar os principais nomes da igreja dw cristo ao longo da História, tanto na igreja Católica, quanto no meio Protestante e Ortodoxo além das demais ramificações do Cristianismo, sem deixar a desejar na parte Histórica.
O livro é um auxilio a mais à nossa fé, mostrando que em momentos de crise (pessoal e histórica) a fé de muitas pessoas é avivada e o cristianismo se reformula voltando ao centro do que é a vontade de Deus.
Vejo nesse livro que é necessário estudar os fundamentos da nossa fé. E buscar auxílio no Espírito Santo e ter coragem e humildade de seguir a Cristo, aceitando o propósito de Deus para nossa vida como esses homens e mulheres retratados nesse livro fizeram.

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Uma vida com propósitos - capítulo 3

Uma vida com propósitos - capítulo 3
O que dirige a sua vida?
A pergunta para mim é bem pertinente , veio no momento que decidi verdadeiramente me empenhar em estar mais próximo de Deus, da sua vontade e da sua obra, conhecer ao Senhor e ter uma vida dirigida por Ele. Larguei coisas que me davam alegrias momentâneas mas depois tristeza profunda e arrependimento, até mesmo saí das redes sociais, que estavam tomando boa parte do tempo. Empenhando em ter a vida dirigida por Ele, colocando sobre ele todas as preocupações e ansiedades, me senti mais leve, e esse é o sentimento até o momento, pois seu jugo é suave e seu fardo é leve.
Além desse capítulo ter caído junto da decisão de seguir ao Senhor, estava lendo outras coisas... a Bíblia, que ultimamente me deu uma vontade de conhecer como nunca a tive; sermões e histórias de heróis da fé, como Spurgeon e John Wesley. Wesley ao escutar uma pregação na qual leram um comentário de Lutero sobre o livro de Romanos, sentiu o coração estranhamente aquecido ( pelo Espirito Santo). Creio que ali ele entendeu verdadeiramente seu propósito, perdendo todo medo e entregando a vida na direção de Deus.
A partir dessas leituras, desejei ter o coração estranhamente aquecido como Wesley. Entreguei minha vida na direção de Deus e disse para o Senhor que ele pode dirigir minha vida. Pois quando tentamos com nossas forças, somos fracos e impossibilitados, mas quando colocamos nas mãos de Deus as coisas começam a andar.
Minha vida e a de quem está lendo isso, não precisam ser dirigidas pelo passado ou pelas circunstancias, pelo amor às coisas materiais, ela pode ter a direção de Deus.
Para o autor de uma vida com propósitos, conhecer seu propósito de vida faz com que ela tenha sentido, a simplifica, ajuda a estabelecer prioridades e traz motivação. Além disso, conhecer nosso propósito irá nos preparar para a eternidade.
Muitos cristãos esquecem que Deus nos prometeu a vida eterna e estamos sendo preparados para ela aqui na terra. Para Warren, quando chegarmos diante de Deus nos será perguntado duas coisas: O que você fez com meu filho Jesus? E o que você fez com o que eu lhe dei? Sua vida, recursos, talentos, relacionamentos...
Foram energias gastas consigo mesmo ou usou para cumprir o propósito de Deus?


Essas perguntas segundo o autor, nos dirão onde passaremos a eternidade, são perguntais centrais para nossa vida, são urgentes e precisamos responder agora, no presente. Por isso... o que está dirigindo sua vida?
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Jesus é Deus? "Mais que um Carpinteiro"


Jesus Cristo é apresentado no Evangelho de Lucas (o médico) como o Salvador Divino, ao qual falavam as Escrituras no Antigo Testamento. O próprio se apresenta ao longo do Evangelho como Filho do Homem (recorrência de 27 vezes no livro de Lucas). Sua apresentação como Filho do Homem (Deus) e como possuidor de autoridade são prerrogativas messiânicas profetizadas pelo profeta Daniel (dn 7:13-14).
Ele era "mais que um carpinteiro" o livro que tem esse título, afirma que a declaração de Jesus ser Deus (lucas 5:20, só Deus poderia perdoar pecados) mexeu com os fariseus e foi o motivo dele ser morto. Essa afirmação era muito grave e séria, por isso não se pode ter em Jesus apenas um homem que pregou uma mensagem de paz e amor, um líder moral e anular sua divindade. Porque? Simples, se você diz que ele é um homem bom,  apenas, e não é Deus, só restam três opções sobre quem seria ele: um mentiroso, um maluco, ou Deus, menos uma pessoa que pregava coisas boas sem ser Deus, essa opção é inviável. Se ele era mentiroso ao afirmar que era Deus (Filho do Homem, que tem poder de perdoar os pecados) ele também não poderia ser uma pessoa boa. Já se afirmasse ser Deus mas sendo um louco não poderia ter pregado tantas coisas boas e de forma tão consciente, se acreditamos que não se passava de um louco, também não acreditaríamos que era um mestre de moral, ou mesmo Deus. Logo, a única opção que resta é acreditar que ele estava falando a verdade sobre si e o livro de Lucas deixa claro essa natureza divina de Jesus.
Em lucas 5:20 fica claro que só ele é perfeito, podendo curar a doença física (exterior) mas principalmente a espiritual (interior) perdoando os pecados.
Lucas 7:6 um Centurião Romano reconhece a Soberania de Jesus, mesmo sendo um homem com soldados às suas ordens. A respeito disso Jesus afirma: "nem mesmo em Israel achei fé como esta".
Se analisarmos bem o livro de Lucas, notaremos três eixos centrais nas ações de Jesus:
-Ele é o Senhor que cura ( cerca de 19 citações da palavra cura no evangelho).
-Ele é o Filho do Homem ( cerca de 27 citações mostram sua natureza divina)
-Ele perdoa os pecados (28 citações sobre pecado)
O livro de lucas deixa claro a situação pecaminosa do homem, mas também mostra que Deus está pronto à curar, perdoar e salvar os que com sinceridade de coração e com amor se aproximam dele. Esse evangelho mostra que não somos super santos, só ele é perfeito, veio para os publicanos, para o filho pródigo, para os dez leprosos, para Zaqueu, para a prostituta que muito amou, para o servo do centurião, para o cego de Jericó, reavivou a esperança da viúva de Naim e de muitos outros. Veio perdoar porque era Deus.
As maiores obras apresentadas no livro de Lucas foram voltadas aos pecadores. Pessoas que olhando para si reconheceram a condição de pecador e olhando para Cristo reconheceram seu carater divino.


 Na parábola do fariseu e do publicano, em Lucas 18, Jesus mostra que o publicano fez esse reconhecimento, " Oh Deus, sê propício a mim pecador." E "este desceu justificado para sua casa", e o fariseu não, porque "qualquer que se exalta será humilhado e qualquer que a si mesmo se humilha será exaltado".
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A Depressão de Spurgeon (Spurgeon's Sorrows): Esperança Realista em meio à Angústia de Zack Eswine.

AS NOTAS PARA: A Depressão de Spurgeon (Spurgeon's Sorrows): Esperança Realista em meio à Angústia de Zack Eswine.



Depressão e Ansiedade são males que acometem a qualquer um, inclusive aqueles que servem à Deus e são cristãos. Diferentemente do que muitos acreditam, depressão não é falta de Deus. Muitos cristãos são acometidos por este male, e muitos cristãos conhecidos sofreram com isso, o próprio "príncipe dos pregadores" Charles Spurgeon, sofreu com isso. Abaixo segue algumas citações do livro a Depressão de Spurgeon, de Zack Eswine. 

"Neste mundo caído, a tristeza é um ato de sanidade e nossas lágrimas, o testemunho daquilo que é são."
"Duvidamos terrivelmente se “somos mesmo cristãos”, e nos tornamos “atormentados com o medo” de que sejamos “impostores vivendo vidas falsas”.

" Aos olhos de muitas pessoas, incluindo cristãos, depressão significa covardia, falta de fé, ou simplesmente falta de atitude. Tais pessoas dizem a Deus em oração, e pessoalmente a seus amigos, que o sofredor de depressão provavelmente está fingindo, é fraco ou não é espiritual."

"Talvez nada na vida nos lembre mais de que não somos Deus e que esta terra não é o paraíso, do que uma angústia indescritível, que às vezes desafia a própria causalidade e que não tem nenhuma cura imediata ou absoluta. Não há momento mais delicado, ou assento mais difícil para se sentar, do que aquele em que aguardamos o médico, quando este, depois de todos os exames solicitados sobre nossa carne fatigada e picada por agulhas, em revés nos admite: “simplesmente não sabemos.”.

 "A graça de uma história maior, ou de uma visão mais ampla do que este momento específico de escuridão, deve nos orientar."

 "Somos como “guerreiros ofegantes” e “pobres soldados enfraquecidos”clamando pelo alívio dessa “longa batalha de aflição“na imensa tempestade no cérebro."

" Às vezes alguns de nós que sofrem de depressão sentem a picada dessa ironia — a incapacidade de encontrar compaixão e conforto das pessoas que leem a Bíblia todos os dias, mas não reconhecem o dom da metáfora para os aflitos dentro de suas páginas. Como podemos diminuir a picada de uma esperança irrealista? "

 "A linguagem de Deus revela um Ser que realmente entende nosso dilema."

 "Todavia, em primeiro lugar, vamos aprender ternamente no Senhor a reconhecer suas promessas como um farol penetrando os nossos oceanos noturnos."

 "O que Deus nos prometeu é que estaria conosco, que choraria conosco, celebraria conosco, nos ajudaria, fortalecendo-nos para jamais desistirmos de sobreviver a qualquer mal ou coisa terrível que nos sobrevenha."

"Nada nos separará novamente. Nada”.

 "Consequentemente, Charles falou com frequência de outros tipos de “remédios”, além de produtos farmacêuticos"

 "A mente esquece tudo isso, consciente apenas de sua indescritível miséria”.

 “Conheço alguém que, na amargura de sua alma, frequentemente orou dessa forma.”

 "Gostaríamos de poder ficar inconscientes, porque a consciência que possuímos é extremamente dolorosa."

"Quando nos escondemos na caverna, é uma fonte de conforto para nós nos lembrarmos que um homem como ele, esse grande profeta de Israel, esteve lá antes de nós.”

 "Alguns de nós, neste momento, podem colocar este livro de lado por um instante. Podemos fazer uma pausa, chorar e orar com empatia por quão miserável deve ser o enorme abismo que consegue levar um ser humano ao desejo de acabar com sua vida."

"Ele acreditava que até mesmo as escolhas mais abomináveis de homens e mulheres não poderiam impedir que o bom propósito de Deus aconteça em nossas vidas."

 "Até mesmo um olhar terno de uma criança pode ajudar a remover nossa depressão."

 "Em outras palavras, nossas aflições pertencem a Jesus. Ele é seu mestre, não importa que pensamentos cruéis ou causa inexplicável lhes tenha dado luz. Jesus nos mostra suas feridas, as calúnias, as manipulações, as injustiças, os golpes no corpo, os maus tratos empilhados sobre ele. De lá ele ainda ama. Ele nos convida para a comunhão de sua compaixão. E nas profundezas, recebemos isso dele."
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Um Guia Para a Oração Fervorosa, A. W. Pink

AS NOTAS PARA: Um Guia Para a Oração Fervorosa, A. W. Pink
“No relacionamento do homem com Deus toda iniciativa parte de Deus, e então o homem reage à ação inicial de Deus. Deus sempre age, nunca reage, Suas ações sempre são primárias. Por exemplo: se alguém ama a Deus, é por Ele o amou primeiro (1 João 4:19), Se alguém O escolhe, foi porque Ele o escolheu primeiro (João 15:16), se alguém é uma nova criatura, é porque Ele antes o ressuscitou estando tal pessoa morta em delitos e pecados (Efésios 2:1-10), de sorte que sempre as atitudes positivas dos homens em relação a Deus são fruto de uma atitude primária, eterna, positiva, graciosa, benevolente e condescendente da parte de Deus para com tal homem. Assim se tu não oras a Deus hoje, tema e trema! pois pode ser que tu não ores na terra porque Cristo também não ora por ti no Céu, e nem tenha orado por ti enquanto Ele esteve na terra, e talvez a única menção que Cristo tenha feito de você durante as Suas orações foi: não rogo pelo mundo (João 17:9).”
“Nossa condição definitiva como cristãos é testada pelo caráter da nossa vida de oração."
“Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebestes o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Aba, Pai” (Romanos 8:15)."
“Não é pelo que os Cristãos são por si mesmos, mas por causa do que eles são em Cristo, que Deus responde as suas súplicas: ‘a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo’ (1 Pedro 2:5).”
“Então, encoraje a si mesmo pela grandiosidade da misericórdia de Deus, pelas Suas promessas pactuais, pela Sua paternidade, e pelas respostas que você já recebeu no passado.”
“Apenas uma impressão borrada permaneceu na mente, e uma sensação de que o suplicante havia se envolvido em mais uma forma de pregação indireta do que diretamente orado. Mas examine qualquer das orações dos apóstolos e será visto, mesmo de relance, que as orações deles são como as que seu Mestre fez em Mateus 6:9-13 e João 17, composto de adorações definitivas e petições com grande definição.”
“Porém o que marca o Cristianismo é um Salvador ressuscitado e entronizado, que afastou os pecados de Seu povo de diante da face de Deus e garantiu para eles o direito de acesso a Ele.”
“Ali Deus é visto em Seu caráter judicial como estando irado com o pastor por nossa causa, uma vez que Ele levou os nossos pecados, a justiça deve tomar satisfação dEle.”
“A Superioridade De Cristo, O Grande Pastor”
“Havia um processo legal formal contra Cristo. Jeová depositou sobre Ele todas as iniquidades dos Seus eleitos, e, assim, Ele foi declarado culpado aos olhos da Lei Divina.”
“Cristo não apenas recebeu a absolvição, mas foi efetivamente libertado da prisão, depois de ter pagado o último centavo exigido dEle.”
“Ao trazer Seu Filho da sepultura, Deus estava dizendo que esse Jesus, o verdadeiro Messias, não morreu por Seus próprios pecados, mas pelos pecados de outros.”
“Pelo Sangue Da Aliança Eterna”

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O Que é arrependimento? Questões Cruciais, de R. C. Sproul

AS NOTAS DO KINDLE PARA: O Que é arrependimento? 

Questões Cruciais, de R. C. Sproul:




“Salmos penitenciais incluem um reconhecimento de pecado contra Deus, uma resolução de apartar-se do comportamento errado e uma súplica humilde de que Deus restaure o povo ao estado de graça.”

“Perdemos o paraíso quando nos afastamos de Deus”

“A chamada ao arrependimento é uma chamada a retornar, uma chamada a voltar para o lar.”

“A ideia de ser limpo está no âmago do conceito bíblico de arrependimento.”

“Espírito Santo demonstra, no Salmo 51, como ele produz o arrependimento em nosso coração. Tenha isto em mente, enquanto consideramos este salmo.”

“Mas Davi entendeu que o pecado é, essencialmente, uma ofensa contra Deus, porque Deus é o único ser perfeito no universo.”

“Vinde, pois, e arrazoemos, diz o SENHOR; ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã” (Is 1.18).”


“Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável”

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O dia que C. S. Lewis discordou de Santo Agostinho

  O dia que C.S. Lewis discordou de Santo Agostinho: “Não permita que a sua felicidade dependa de algo que possa perder”. Essa frase é atrib...